Pois é… teve formatura de mais um grupo de doutores cidadãos…Infelizmente não pude ir por motivos particulares.
Mas espero que esses novos amigos recebam nossos parabéns e que seus caminhos sejam de luz e muita alegria. Um parabéns especial a um amigo: Flavio. Parabéns amigo e espero podermos trabalhar juntos.
DEUS DECEPÇÃO (Dia internacional da Tolerância)
D E U S D E C E P Ç Ã O
Eu, cheio de preconceitos, racista!
Eu, com falsos conceitos, neo-nazista!
Eu, detestando pretos.
Eu, sem coração…
Eu, perdido num coreto, gritando: “-Separação!”
Eu, você, nós…nós todos, cheios de preconceitos. Fugindo como se eles carregassem lodo, lodo na cor …e com petulância, arrogância, afastando a pele irmã.
…Mas, estou pensando agora: E quando chegar a minha hora??? Meu Deus, se eu morresse amanhã, de manhã??? Numa viagem esquisita, entre nuvens feias e bonitas, se eu chegasse lá? E um porteiro manco, como os aleijados que eu gozei viesse abrir a porta, e eu reparasse sua vista torta, igual aquela que eu critiqei? Se sua mão tateasse pelo trinco, como as mãos do cego que não ajudei? Se a porta rangesse, chorando os choros que provoquei? Se uma criança me tomasse pela mão, criança como aquela que não embalei…? E me levasse por um corredor florido, colorido, como as flores que eu jamais dei? Se eu sentisse o chão frio, como dos presídios que não visitei? Se eu visse as paredes caindo, como das creches e asilos que não ajudei?…e se a criança tirasse corpos do caminho, corpos que eu não levantei dando desculpas que eram bêbedos, mas era epiléticos, que era vagabundagem, mas era fome.
Meu Deus! Agora me assusta pronunciar seu nome!
E se mais prá frente a criança cobrisse um corpo nu, da prostituta que eu usei, ou do moribundo que não olhei, ou da velha que não respeitei, ou da mãe que não amei…? Corpo de alguém exposto, jogado por minha causa, porque não estendi a mão, porque no amor fiz pausa e dei, sei lá, dei só desgosto.
E, no fim do corredor, o início da decepção!
Que raiva, que desespero se visse o mecânico, o operário, aquele vizinho, o maldito funcionário e até, até o padeiro, todos sorrindo não sei de quê…Ah! sei sim, rirem da minha decepção.
Deus não está vestido de ouro, mas como???
Está num simples trono.
Simples como não fui, humilde como não sou.
Deus decepção!
Deus na cor que eu não queria, Deus cara-a-cara, face-a-face sem aquela imponente classe.
Deus simples! Deus negro!
Deus negro e eu…racista, egoísta.
E agora???
Na terra só persegui os pretos. Não aluguei casa, não apertei a mão.
Meu Deus você é negro, que desilusão.
Será que vai me dar uma morada? Será que vai apertar minha mão?
Que nada! Meu Deus, você é negro, que decepção!
Não dei emprego, virei o rosto.
E agora?
Será que vai me dar um canto, vai me cobrir com seu manto? Ou vai virar o rosto no embalo da bofetada que dei???
Deus, eu não podia adivinhar porque você se fez assim?
Por que se fez preto, preto como o engraxte, -aquele que espulsei da frente de casa.
Deus, pregaram você na cruz e você me pregou uma peça, eu me esforcei a bessa em tantas coisas, e cheguei até a pensar em amor, mas nunca, nunca pensei em adivinhar sua cor!
(Poema extraído do livro “DEUS NEGRO”, de Neimar de Barros)
Ô Ermelindo…..
Olá,
Antes de tudo, agradeço a gentileza dos amigos de continuarem postando comentarios e gostando das visitas minhas ao Ermelindo. Logo colocarei fotos do trabalho. Ontem (18/10) fomos para o Hospital para mais uma labuta. O tempo estava meio feio (pra não falar “TOTALMENTE”, rsss) mas os animos estavam ótimos. Ao adentrarmos a porta, as pessoas de sempre, mas novas esperanças de alegria no ar. Sabe, sempre tenho aquela impressão ansiosa de: “Como será hoje?” ou “Espero não fazer nem falar besteira!(no mal sentido)”. Mas tudo é esquecido quando o Dr. entra em ação: A transformação de uma pessoa com suas dificuldades diárias, desafios, reclamações e imperfeições dão lugar a uma criatura que, antes pedinte das ajudas e das respostas da vida, torna-se um doador de esperanças e alegria aqueles que estão alí muitas vezes com a esperança perdida pela “perda” de um ente querido. Quando pinto meu rosto, até ai a coisa flui normalmente, mas sinto mesmo é quando coloco o óculos sobre o nariz, e começo com um sorriso bem largo dando boas vindas a verdadeira razão de viver que é trabalhar para amenizar um pouco que seja, a vida alheia.
Logo de início, uma barra pesada…Algumas pessoas acabaram de chegar e fomos lá alegra-las, mas estranhamos no caminho a expressão deles. Nos preparamos, pois não podiamos virar as costas e nem queríamos, afinal estamos lá para isso. Era um caso de falecimento. Lamentamos o ocorrido, e conversamos um pouco; uma senhora a quem nos dirigimos esboçou um sorriso, compreendendo nosso trabalho. Isso animou, pois ela recebeu um pouco de nossa energia. Saímos sem alarde, de maneira respeitosa.
Partimos em sequencia aos quartos.
Reencontramos amigos e , confesso fico abismado o como as pessoas esperam para serem atendidos. Havia algumas pessoas acamadas com espera de 4 MESES por uma cirurgia…um caso mais agravante para um paciente que tinha esperança de operar no dia, acabou tendo de esperar mais por causa de um cancelamento. Como será que isso seria refletido no organismo do paciente? A tristeza de você poder sair dali ser deixada mais algumas semanas pra depois, tendo de aguentar a dor e tomar remédios enquanto a vida está la fora o esperando? Inacreditável. Isso no meu interior foi dificil de digerir. Por isso existimos, por isso pessoas vestidas de palhaço/médico fazem esse trabalho, mas vendo o lado bom da coisa, conseguimos brincar e alegrar os pacientes fazendo-os esquecer tão dificil momento. Os casos eram identicos nas salas seguintes. O dia prometia ser bem dificil. Mas de repente entramos em um quarto onde havia um casal….esse quarto valeu o dia, aliás a noite. Eram duas pessoas ja passando dos 50 anos e eram 27 anos de casamento vividos. Mas que amor tão lindo (esqueçemos o lado piegas desta frase quando encontramos algo real a nossa frente e entendemos que não há melhor frase que se encaixe nisso, é sério!!!) Apesar da operação lateral a senhora tinha de ficar numa posição que não dava pra ver a tv, mas seu marido ficou em frente a ela para que ela pudesse vê-lo e ficar conversando. Se beijaram varias vezes, rimos bastante, ganharam narizes…foi uma festa mesmo. Saímos reabastecidos e partimos para outro quarto. Esse também de uma alegria enorme. Mas percebi um certo pingo de tristeza e descobrimos que era porque uma das pacientes (eram dois leitos por quarto) iria operar e a sua companheira de quarto estava no dia anterior chorando por que iria fica só… Que coisa né? E tem pessoas que preferem quartos com ninguém do lado. Como pode isso? Foi criado um vinculo não apenas de amizade mas de esperanças onde um incentiva o outro atraves da alegria e da convicção que essa simbiose cria entre as pessoas num momento de dificuldade. Isso é muito importante e deveria ser melhor estudado pela medicina e psicologia. Brincamos, dançamos e dizemos “até logo”. Na portaria brincamos um pouco mais e partimos.
O que espero aprender com isso tudo?
A valorização de nossos momentos só se percebe através do auxilio aqueles que convivem ao nosso redor. Pensamos em ter uma vida material melhor, e isso é justo e louvável, mas sem a ajuda ao desconhecido que nos pede “um tempo ao menos de atenção”, essa “vida melhor” perde todo o sentido.
“Quero uma casa propria!” Num hospital sabemos que a vida nos ensina que nem nosso corpo nos pertence.
“Quero um carro ultimo tipo!” Vemos pessoas com automoveis cujo valor compraria um bairro inteiro de casas, e são mais infelizes que pessoas que andam em cadeiras de roda, muletas ou nem sequer têm esses recursos.
“Quero comer do bom e do melhor!” E sempre nos salvamos da fome com um prato de feijão e um pedaço de pão e nunca com caviar.
Pensem nisso antes de deixarem de valorizar a vida.
Beijo no coração de todos e mais uma vez obrigado a ‘Dra. Tortelina Bonita’ pela força e companhia no trabalho.
Na ativa
Apesar de não ter fotos, o Dr. Bigodinho esta na ativa, alegrando nosso amigos nos hospitais e agora no Abrigo da velhice desamparada dr.Adolfo Bezerra de Menezes.
Trabalhos em grupo
Olá,
Após as festividades…. mais festividades, rss. Fomos visitar um amigo de alguns doutores e de lá adotamos mais uma amiga e a batizamos como Lazanhinha Beija-flor. Ela nos acompanhou durante todas as visitas. Tinha um pique muito legal e espero que ela entre para o grupo um dia. Na foto estamos ao lado do avô dela, muito boa pessoa.


Acima algumas vistas muito legais também. Descobrimos que a Crods (a esposa do Dr. Pepê – o de chapéu colorido e que está em seus braços na foto, que jura não ser uma galinha) não é francesa, mas brazuca mesmo, hahaha. Atras dele, como prova do seu trabalho e da veracidade dos fatos(haha), a nossa assistente Dra.Lazanhinha Beija-flor.

Aqui a última visita (veja a cara de sono de nossa amiga a esquerda, rss) estavamos alí esperando o nascimento de uma menina que estava para acontecer. Parabéns papai e mamãe. Ah quem tirou a foto foi nossa acompanhante-assistente-auxiliar-ajudadnte-adotada Dra.Lazanhinha Beija-flor.
Um fim de semana excepcional 24/25-06-2006
Chegou o grande dia! Um dia que amanheceu nublado mas que logo nos presenteou com um lindo sol, indicando que seria algo muito especial…. e como foi. Após os encontros no local nos trocamos, e foi uma alegria só. Todos em fila única, ao lado do seu nome na escada e o medo do “batizado” era visto em todos, hahahaha. Ouviamos as vozes de Roberto e Felipe ao fundo e o publico batia palmas. A energia não poderia ser melhor. Eu nunca havia sentido tanta harmonia de sentimentos e boas querências. Começamos a descer e nossos nomes eram chamados e iamos receber nossos tão esperados jalecos. Vou contar meu ponto de vista, que pode se dizer o de todos ali.
Ao esperar meu nome, olhava todos ao redor pulando como em camera lenta, parece engraçado isso mas foi exatamente como em filmes que as vezes mostra essas coisas, vocês ja devem ter visto isso. Elas pulavam e a musica ao fundo comandava a energia. De repente um braço me tira do transe e eu vou andando e pulando maquinalmente, sim, pois eu não conseguia me controlar tanta a emoção de ver tudo aquilo. Eu deixava minhas pernas agirem por conta propria enquanto pensava e observava as atitudes e o tamanho daquela confraternização. Ouvi e reparei meu nome no telão e do Dr. e disse a mim mesmo:
-Agora sim posso crer que faço parte da equipe. Subi no palco e pra não atrapalhar o andamento fui rapido e apos os cumprimentos, peguei meu jaleco e desci do palco. Vi a turma toda ali e as pessoas da platéia todas felizes. Pulamos brincamos a música tocava e o resto da turma chegava. Um a um era ovacionado com muita alegria.
O batizado foi muito legal, um bom banho de água e confetes. Ufa, ainda bem que foi assim, rsss.
Depois a banda de amigos da amil cantaram o Hino Nacional eu me emocionei nessa hora, engolindo seco. Depois cantaram sucessos como ”A Lua” e o “Tiro ao Álvaro” foi muto legal.
Muitas palmas e dai vieram os filmes institucionais do canto cidadão. Pena que o som estava meio estranho mas a dupla Roberto e Felipe seguraram as pontas nos fazendo rir com suas “tiradas”. As homenagens foram um show a parte. A turma 11 fez com muita competência a alegria que os Doutores devem transmitir em sua vida foi muito legal, outro momento que me emocionei. A minha turma também mostrou que sabe emocionar a todos lembrando todos os momentos do estágio, naquela hora eu não aguentei hahaha (sorte que a maquiagem não borrou).Daí levamos eu e meu irmão gêmeo (hahaha) o quadro para o palco e nossa amiga Roberta, aproveitando o último dia de nossa amiga Indaiá, conseguiu mais ainda nos emocionar e tirar de nossa garganta um grande “Nós te amamos Indaiá!!”…Haja coração… Foi simplesmente fantástico, esse dia e jamais esqueceremos. Obrigado a todos. O domingo da campanha do agasalho coloco depois, vocês ja estão cansados rsss. beijos
A grata surpresa
Após o complicado processo, do pronto socorro, fomos levados à surpresa. O elevador pára e de repente estamos na PEDIATRIA. Na entrada, umua criança vê tv ao lado de sua mãe e ela nos vê e sorri. Era uma criança bem espertinha e sorria bastante esquecendo suas dificuldades, coisa que reparei logo de inicio e que não vem ao caso relatar aqui.
Seu nome: Kadija. A carinha que não negava a peraltice, e quando sorria era algo especial. ela virava o rostinho meio de ladinho e olhava de canto de olho e sorria, parecia uma bonequinha, um sorriso que cativou a todos. Fomos a outros quartos mas como era tarde, muitas crianças ja estavam dormindo e não queriamos incomoda-las. Em dado momento estavamos caminhando pelo corredor quando uma assistente nos chamou para entrar numa sala. Era o berçário e estava com algumas crianças prematuras numa encubadora. Fiquei alí refletindo naquelas crianças tão pequenas, seres delicados que mal estão preparados para respirar quanto mais por uma vida toda. Olhava aqueles braços tão vulneráveis e imaginava como Deus nos veria. Nos achamos tão superiores, nos sentimos donos do mundo, queremos conquistar o universo e mal sabemos lidar com nossos problemas. Como somos vulneráveis. Uma vez ouvi alguem dizer que Deus faz o que quiser e se quisesse nos destruir o faria sem pestanejar e sem dó, basta Ele querer. Olhando aquela criaturinha imaginei sendo Deus e não tinha coragem sequer de desejar o mal a ela, e sendo imagem e semelhança do Criador, entendi o porque dEle não nos destruir. Saímos para outras salas e nos reunimos com outro grupo que atuava ali.
Cumprimentos, abraços, brincandeiras.
No meio dos doutores percebi uma fresta de porta aberta e uma senhora nos olhava timidamente de seu interior. Isso me chamou a atenção e resolvi ir até lá. Entrei devagarinho e vi uma criança num berço e a mãe carinhosamente ao lado sorrindo para ela. Acenei e ela não sorriu e descobri que ela tinha operado das amigdalas e ainda estava doendo. Era linda e seu nome não era diferente:
Vitoria.
Era o carinho em pessoa, olhava com seus lindos olhos para a mãe como pedindo aprovação para sorrir e ao ve-la sorrir, ensaiava com sua pequena boquinha um sorriso. Tenho esse momento agora na minha cabeça e me identifico com a paz que ele traz. Esboço o meu sorriso. Brinquei com ela dizendo sobre a quantidade de sorvetes que ela iria tomar e ela abriu um sorriso maior. Conquistei sua confiança.
Ganhei o dia…. e ela tinha me dado de bandeija.
Vitória.
Saí dali, me encontrei com o resto da turma e fomos embora. Fomos depois novamente dar um tchau para a Kadija e terminava ali o ultimo dia de estagio para mim. Guardarei eternamente esses momentos.
Obrigado Kadija, Vitoria, e todas as pessoas que conheci nesse lugar. Andares de muito sofrimento, tristeza, dor, mas também muita alegria e esperanças. Passei a ver um hospital de outra maneira.
Muito obrigado amigos Doutores.
O Temido PRONTO SOCORRO
dia 19/06 foi meu ùltimo e já saudoso dia de estágio. Chegamos cedo e já esperando os novos amigos que encontraríamos para fazermos nosso trabalho de alegrar e levantar o moral. Dr.Polenticão disse que iríamos ao PS e depois teria uma surpresa Para nós. Ficamos algum tempo nos perguntando que surpresa seria aquela, mas logo foi esquecido pela alegria que tivemos na recepção do HSPM.
Pessoas chegavam e olhavam espantadas aquelas pessoas coloridas num lugar tão incomum ainda de se ver. Brincamos com crianças, algumas assustadas que logo entendemos e respeitamos. Foi muito bom, mas presenti após umas explicações do monitor que aquilo era apenas uma preparação para algo bem complicado, o famoso "PRONTO SOCORRO". Fomos conscientes da "pegada pesada" que haveria alí. Entramos e logo de cara dois PM´s eram os anfitriões que nos recebiam com cara séria, mas logo quebrada por um pequeno sorriso em direção à nos. Vencíamos uma barreira.
O engraçado que percebi em relação aos outros andares é que os profissionais foram mais receptivos. Talvez pela carga do ambiente ser maior, algo que os fizesse sorrir era motivo de alivio e esquecimento daquele mundo de aflições. Percebia que Dr.Polenticão pegava informações e nos passava logo em seguida mas ele estava mais sério, como que estudando nossas reações, um bando de crianças pintadas brincando num campo minado. Nos chamou e disse próximo de uma porta, para nos prepararmos pois entraríamos no atendimento do PS.
Logo que entramos, a reação foi de espanto; as pessoas que estavam nas cadeiras olhavam meio estranhas para a gente, nossa amiga Dr.Curiruja junta do Dr.Fricasse brincaram com as pessoas a medida que entrávamos e a reação foi nervosa. Apesar de conhecermos a reação, pois alguma vez estivemos alí naquela situação, confesso, ficamos sem saber como reagir. Curiruja e Fricasse foram fortes, mas resolvi participar, lembrando de nosso papel de amenizadores e disse algo a respeito, mas a turma era bem agressiva e esperavamos essa reação, algumas pessoas pediram desculpas para a gentee disseram que não tinhamos culpa da situação pesada que estava ocorrendo alí e agradeceram por estarmos ali. Resolvemos sair. Polenticão nos chamou e disse que gostou de nossa atitude de saber segurar a barra com calma e isso nos animou muito, apesar de saírmos como soldados feridos num campo de batalha.
Missão cumprida.
Vou parar por aqui, depois conto a surpresa, rsss.
Trio parada dura no feriadão do HSPM.

Hoje foi muito legal a experiência de fazer o trabalho de uma maneira diferente, com menos pessoas no grupo. O dr. Bigodinho está se adaptando muito bem aos desafios e já está partindo sózinho em direção aos quartos. Mas a energia aumenta quando os outros companheiros se juntam ao papo. Daí é mais alegria, corda para novas conversas e brincadeiras mais legais ainda. Pois é, a medida que vamos fazendo as visitas, vamos tomando mais confiança graças à pessoas como Dr. Pepê, e Dr.Polenticão que nos amparam nessas horas. Aí na foto vemos, da esquerda para a direita, Dr.Macarreco, Dr.Bigodinho e Dr. Pepê. Dr. Macarreco é outro estágiário como o Dr. Bigodinho e está dando muita força para ele. Hoje foi especial pois Macarreco estava com muita garra e isso animou mais ainda o resto do pequeno grupo. Logo, logo estará chegando o último dia do estagio. Sentirei falta desses dias. Ah, a foto foi batida por um paciente que nos acompanhou quase a trajetoria toda, postarei depois a foto.
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Sejam bem vindos, aqui você verá toda a evolução deste nosso amigo, seus encontros com o grupo "Doutor Cidadão", seus estagios e planos para o futuro. Espero que gostem como eu gostei de conhecê-lo. Abraços!